terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Alienígenas podem existir, mas não da forma como imaginamos

Uma das perguntas mais intrigantes, mais desprovida de respostas conclusivas e que mais gera debates no mundo é: “estamos sozinhos no Universo?”. 

No evento TEDxUIUC, da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign (EUA), Christoph Adami contou uma experiência que teve com a NASA, a agência espacial norte-americana, e como usou seus conhecimentos para ajudá-los a detectar vida fora da Terra.

Adami é professor de Ciências Biológicas Aplicadas no Insituto Keck, em Claremont, Califórnia (EUA), e professor visitante da Universidade Estadual de Michigan (EUA).

Ele investiga a natureza dos sistemas vivos, usando “vida artificial” – pequenos programas de computador auto replicantes. O principal foco de sua pesquisa é a evolução darwiniana, que Adami estuda em diferentes níveis de organização (de moléculas simples ao complexo sistema do cérebro).

Ele foi pioneiro na aplicação de métodos da teoria da informação no estudo da evolução, e projetou um sistema (Avida) que lançou o uso de vida digital como um instrumento para a investigação de questões básicas da biologia evolutiva.

Eis que tudo isso levou a NASA a pedir sua ajuda para procurar vida fora da Terra. Embora, em um primeiro momento, Adami tenha dito que “não fazia ideia de que como eles poderiam procurar vida fora da Terra”, a NASA já tinha uma resposta: biomarcadores.

A agência queria determinar biomarcadores, ou seja, qualquer fenômeno mensurável que os permitisse indicar a presença de vida.

Segundo Adami, definir vida é muito difícil. Certas coisas, quando olhamos para elas, sabemos que estão vivas. Mas e as coisas que não funcionam da maneira como esperaríamos?

Mesmo na Terra, alguns organismos não se comportam da maneira que definiríamos como vida. Por exemplo, um ser vivo é todo ser que um dia morre. Bom, exceto por um pólipo que pode retroceder para sua forma de embrião e crescer de novo, nunca morrendo. Nesses casos, a vida não é definida através de conceitos que estamos acostumados, mas somente através de processos.

A pesquisa de Adami:

Tudo começou em 1990, na Nova Zelândia, quando alguém escreveu o que se tornou um dos primeiros bem sucedidos vírus de computador. Esse vírus era espalhado através de disquetes, e funcionava a uma taxa muito parecida com a expansão de um vírus da gripe. Entre espalhar o vírus e tentar contê-lo, uma “forma de vida” artificial muito parecida com um vírus realmente vivo surgiu.

Seria essa então uma “vida artificial”? Segundo Adami, não, porque esses vírus não evoluíram sozinhos; hackers tiveram que os inventar.

Mas não demorou muito para que os vírus se tornassem mais complexos e realmente pudessem evoluir por si só. Um dos primeiros exemplos de vida verdadeiramente digital, de acordo com Adami, é o sistema Terra, exceto pelo fato que seus programas não cresciam em complexidade.

Eis que entra o próprio Adami. Ele quis construir um sistema que realmente imitasse a vida real em um nível artificial, evoluindo em complexidade – o Avida, feito em parceria com dois de seus estudantes no então Instituto de Tecnologia da Califórnia (EUA).

O sistema auto replicante tem mais de 10.000 programas. Mutações são comuns; os melhores programas sobrevivem em face à extinção de outros. Inovações são postas em prática de maneira consistente até um período de estagnação, seguido do surgimento de uma nova inovação, que então toma conta de todo o sistema de novo, sempre evoluindo em complexidade de uma forma geral.

Sendo assim, o Avida existe de uma maneira muito semelhante à que a vida existe na Terra.

Biomarcadores:

Agora entra a pergunta-chave feita pela NASA à Adami: esses programas do Avida, eles têm algum biomarcador? Podemos medir esse tipo de vida?

A NASA acreditava que, se pudesse medir vida artificial, poderia procurar por vida fora da Terra sem nenhum preconceito em relação à vida como a conhecemos.

Adami então sugeriu procurar por uma “bio-assinatura” baseada na vida como um processo universal. Usando sua pesquisa sobre vida artificial, ele pretendia chegar a um biomarcador livre de nossas pré-concepções do que é vida.

Adami analisou amostras de compostos orgânicos (blocos de construção da vida) onde com certeza não havia vida, e amostras de compostos onde realmente havia algo vivo. Ele descobriu que a composição de ambos, apesar de ser feita de basicamente os mesmos elementos, é bastante diferente.

Uma certa distribuição de elementos era vista em qualquer organismo vivo (bactérias, plantas, animais…), em oposição a uma outra distribuição vista onde não havia vida.

Em seguida, Adami aplicou o mesmo conceito para separar onde há vida e onde não há em seu sistema artificial, o Avida. Ele chegou a duas diferentes distribuições novamente, semelhantes às vistas no experimento com coisas realmente vivas e não vivas.

A conclusão? Existe uma certa distribuição de elementos (alguns em alta frequência, porque são úteis, outra em baixa frequência, porque são prejudiciais e só existem no nível do acaso) que é robusta e vista em qualquer situação onde há um sistema vivo.

No meio de experimentos com essas distribuições, Adami encontrou até mesmo “pontos de viabilidade” em que poderia haver vida (dentro desses pontos de viabilidade, o gráfico de distribuições mostrava o cenário de vida, e fora desses pontos, de não vida).

No fim, o que restou foi um padrão que pode ser aplicado em qualquer coisa para definir vida.

Vida = processos de informações:

Adami afirma que a vida pode ser definida em termos de processos de informações. Ou seja, entendendo processos fundamentais que não se referem a um substrato em particular, podemos procurar por vida em outros mundos.

Em resumo, podemos encontrar vida que não se parece com a nossa usando o padrão universal de não vida e procurando por grandes desvios desse padrão.

Por exemplo, analisando químicos em um planeta, os pesquisadores podem determinar tudo que é esperado pelo acaso e pela não vida, e, encontrando uma quantia realmente diferente do esperado, uma análise mais atenta de tal coisa pode resultar na descoberta de vida, mesmo que não haja nada ali que possamos detectar visualmente. Nada mal, certo?


Retirado de:Sociedade Racionalista(facebook)




Curtam: https://www.facebook.com/UniversoEsclarecedor

Voyager chega à fronteira do espaço interestelar


O programa de exploração espacial Voyager — que originalmente enviou duas espaçonaves para explorar Júpiter e Saturno — comemorou 35 anos desde o seu lançamento. E, de acordo com a NASA, quase como uma forma de celebrar o feito, a nave número 1 entrou em uma região distante do sistema solar que pode ser a última fronteira para que a missão alcance o espaço interestelar.

Segundo a publicação, a Voyager 1 chegou a uma região que, devido ao alinhamento entre o campo magnético solar e o campo magnético interestelar, é chamada de “magnetic higway” (ou via magnética, em tradução livre). Esse alinhamento permite que partículas carregadas provenientes da heliosfera — espécie de bolha formada pelo campo magnético solar — escapem para o espaço interestelar, e que as partículas presentes nesse espaço penetrem.

A NASA acredita que, uma vez a nave ultrapasse essa barreira, a direção do campo magnético provavelmente mudará, permitindo que seja possível determinar o exato momento em que a Voyager entre no espaço interestelar. A Voyager 1 é o objeto construído pelo homem que se encontra mais distante da Terra — tendo viajado quase 18 bilhões de quilômetros — e sua entrada no espaço interestelar pode demorar de alguns meses até um par de anos.



Fonte: http://www.nasa.gov/mission_pages/voyager/voyager20121203.html
Voyager chega à fronteira do espaço interestelar:



O programa de exploração espacial Voyager — que originalmente enviou duas espaçonaves para explorar Júpiter e Saturno — comemorou 35 anos desde o seu lançamento. E, de acordo com a NASA, quase como uma forma de celebrar o feito, a nave número 1 entrou em uma região distante do sistema solar que pode ser a última fronteira para que a missão alcance o espaço interestelar.

Segundo a publicação, a Voyager 1 chegou a uma região que, devido ao alinhamento entre o campo magnético solar e o campo magnético interestelar, é chamada de “magnetic higway” (ou via magnética, em tradução livre). Esse alinhamento permite que partículas carregadas provenientes da heliosfera — espécie de bolha formada pelo campo magnético solar — escapem para o espaço interestelar, e que as partículas presentes nesse espaço penetrem.

A NASA acredita que, uma vez a nave ultrapasse essa barreira, a direção do campo magnético provavelmente mudará, permitindo que seja possível determinar o exato momento em que a Voyager entre no espaço interestelar. A Voyager 1 é o objeto construído pelo homem que se encontra mais distante da Terra — tendo viajado quase 18 bilhões de quilômetros — e sua entrada no espaço interestelar pode demorar de alguns meses até um par de anos.



Fonte: http://www.nasa.gov/mission_pages/voyager/voyager20121203.html

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Por quê que a Lua não cai sobre a Terra?


Foto: Por quê a lua não cai sobre a Terra ?

Poucos se questionam isto , pois a Lua nunca representou perigo para o nosso planeta. Mas para quem é leigo , vale a informação.

Como todos sabemos a Terra exerce força gravitacional sobre a Lua e vice-versa , porém , o que mantém a Lua sempre em órbita é sua velocidade que gera uma força que vai de contrapartida a gravidade , impedindo que ela caia sobre nós. Muitos já devem ter feito aquela experiência de pôr água em um copo , e girar o copo em sentido circular , percebendo que a água não cai , é uma ótima analogia.
Em resumo , se não existisse gravidade sendo exercida sobre nosso satélite , ele escaparia para o espaço.
Mas , se imaginarmos alguma coisa "freando" a órbita da Lua , veríamos ela caindo cada vez mais sobre nosso planeta.
Esta regra também vale para os planetas que orbitam o Sol e todos os outros sistemas solares.
Ah , é claro que a órbita da Lua não é perfeita , sua velocidade vence por muito pouco a gravidade , fazendo com que o satélite afaste-se 3,8 cm da Terra a cada ano.

Créditos : Moderador - Denilson Cardoso
Poucos se questionam isto , pois a Lua nunca representou perigo para o nosso planeta. Mas para quem é leigo , vale a informação.

Como todos sabemos a Terra exerce força gravitacional sobre a Lua e vic
e-versa , porém , o que mantém a Lua sempre em órbita é sua velocidade que gera uma força que vai de contrapartida a gravidade , impedindo que ela caia sobre nós. Muitos já devem ter feito aquela experiência de pôr água em um copo , e girar o copo em sentido circular , percebendo que a água não cai , é uma ótima analogia.
Em resumo , se não existisse gravidade sendo exercida sobre nosso satélite , ele escaparia para o espaço.
Mas , se imaginarmos alguma coisa "freando" a órbita da Lua , veríamos ela caindo cada vez mais sobre nosso planeta.
Esta regra também vale para os planetas que orbitam o Sol e todos os outros sistemas solares.
Ah , é claro que a órbita da Lua não é perfeita , sua velocidade vence por muito pouco a gravidade , fazendo com que o satélite afaste-se 3,8 cm da Terra a cada ano.
Fonte: Universo racionalista

Solo de Marte é semelhante com o do Havaí,diz estudo.


Uma sonda enviada pela agência espacial americana Nasa a Marte descobriu que o solo do planeta é semelhante ao do Havaí. Um instrumento chamado CheMin, colocado na sonda Curiosity, analisou com raio-X partículas do terreno marciano. O objetivo é descobrir pistas sobre a história geológica recente do planeta.

Como os cientistas já desconfiavam, a maior parte do solo é composta por materiais basálticos de origem vulcânica, exatamente como o terreno das ilhas do Havaí, nos Estados Unidos. As amostras tiradas em Marte contêm tanto poeira que estava a milhares de quilômetros do local da sonda, mas foi trazida por tempestades, quanto areia originária da região.

"Até agora, os materiais que a Curiosity analisou são consistentes com nossas ideias iniciais que tínhamos sobre a cratera Gale, mostrando uma transição no tempo de um ambiente úmido para um seco", diz David Bish, um dos pesquisadores do projeto CheMin.

Missão bilionária

A sonda Curiosity chegou no dia 6 de agosto à cratera Gale, um vale enorme na região equatorial de Marte. A missão tem orçamento equivalente a R$ 8 bilhões. Desde a chegada, a sonda já percorreu 480 metros em sentido leste, rumo a um local conhecido como Glenelg. Imagens de satélite revelam que este ponto é uma interseção de três terrenos geológicos diferentes.
Por ora, a Curiosity parou em uma região conhecida como "Rocknest", onde fez as primeiras análises do solo. Um dos objetivos, segundo os cientistas, é "limpar o paladar" dos instrumentos de análise, já que eles ainda estavam contaminados com pequenas partículas trazidas da Terra.

A análise do material foi a primeira vez que a Nasa conseguiu usar uma técnica chamada de difração de raio-X remotamente, em outro planeta. A técnica já é usada há anos na Terra. As partículas analisadas são "bombardeadas" com raio-X. A forma como o raio é refletido pelas partículas do solo revelam dados sobre a sua composição química e estrutura.

Os componentes analisados têm até 150 micrometros - a largura de dois fios de cabelo humano. Foram detectadas quantidades grandes de minerais como feldspato, olivina e piroxena.
O próximo passo da sonda será usar o instrumento conhecido como Sample Analysis at Mars (SAM, na sigla em inglês), que procurará detectar materiais orgânicos, para tentar descobrir se é possível haver - ou ter havido - ambiente propício para vida em Marte.


 

Fonte:

Por que os planetas são ''redondos''?

Foto: » Por que os planetas são redondos?

Tudo bem, eles não são exatamente redondos, mas por enquanto vamos fazer de conta que são. A causa da “redondeza” dos planetas é a gravidade.

É assim que funciona: a gravidade atrai tudo de forma uniforme em todas as dimensões espaciais. Quanto mais matéria um planeta em formação atrai, mais forte se torna a atração gravitacional em direção ao centro do mesmo.

O resultado natural desta situação é uma esfera. Qualquer desvio da forma esférica tem que contar com alguma força não gravitacional para suportar a puxada da gravidade para baixo. Todos os pequenos desvios fazem isto, desde montanhas até o teu corpo.

Mas este ainda não é o fim da história. As leis do movimento de Newton afirmam que um corpo em movimento tende a continuar em movimento, e a matéria no equador do planeta pode estar viajando com velocidade suficiente para criar um dilatação, como a da Terra.

Então, os planetas não são perfeitamente redondos. Sua redondeza depende da sua massa, tamanho e velocidade de rotação. Os cientistas podem deduzir a massa de um planeta facilmente se ele tiver um satélite (uma lua) aplicando as leis do movimento de Newton à órbita da lua, leis que estabelecem uma relação simples entre a massa do planeta e a velocidade do satélite.

Fonte: [Life's Little Mysteries] http://www.lifeslittlemysteries.com/90-why-are-planets-round.html

Tudo bem, eles não são exatamente redondos, mas por enquanto vamos fazer de conta que são. A causa da “redondeza” dos planetas é a gravidade.

É assim que funciona: a gravidade atrai tudo de forma unifor

me em todas as dimensões espaciais. Quanto mais matéria um planeta em formação atrai, mais forte se torna a atração gravitacional em direção ao centro do mesmo.

O resultado natural desta situação é uma esfera. Qualquer desvio da forma esférica tem que contar com alguma força não gravitacional para suportar a puxada da gravidade para baixo. Todos os pequenos desvios fazem isto, desde montanhas até o teu corpo.

Mas este ainda não é o fim da história. As leis do movimento de Newton afirmam que um corpo em movimento tende a continuar em movimento, e a matéria no equador do planeta pode estar viajando com velocidade suficiente para criar um dilatação, como a da Terra.

Então, os planetas não são perfeitamente redondos. Sua redondeza depende da sua massa, tamanho e velocidade de rotação. Os cientistas podem deduzir a massa de um planeta facilmente se ele tiver um satélite (uma lua) aplicando as leis do movimento de Newton à órbita da lua, leis que estabelecem uma relação simples entre a massa do planeta e a velocidade do satélite.

Fonte: [Life's Little Mysteries]http://www.lifeslittlemysteries.com/90-why-are-planets-round.html
Fonte:facebook.com/VastoUniverso

Partículas podem ser criadas a partir do Vácuo

Foto: Partículas podem ser criadas a partir do vácuo.

A ciência dá um passo mais além, e consegue criar algo a partir do nada. Teoricamente, cientistas afirmam que é possível conjurar partículas a partir do vácuo – nas condições certas.

Claro que não é assim tão fácil. São requeridos um laser de ultra-intensidade, um acelerador de partículas, e uma mente aberta. A mente aberta é necessária para compreender o que é nada (que definitivamente é alguma coisa).

A linha de pensamento dos cientistas é a seguinte: o vácuo não é um vazio completo. O vácuo é uma combinação equilibrada de matéria e antimatéria, ou partículas e antipartículas. Essas partículas têm uma enorme densidade, a única coisa é que não podemos observá-las por que suas características observáveis se anulam.

Os pesquisadores criaram um conjunto de equações que sugerem que um laser de alta energia pode “rasgar” o vácuo, transformando-o em partículas constituintes e antipartículas, e desencadeando uma reação que gera pares adicionais de matéria-antimatéria.

Como? Quando a matéria e a antimatéria se aniquilam mutuamente, fótons gama são produzidos. Essas partículas de luz de alta energia podem produzir elétrons adicionais e pósitrons (pósitrons são os opostos a elétrons para a antimatéria).

Em um campo de laser forte, esses elétrons produzidos a partir da antimatéria podem tornar-se uma combinação de três outras partículas e um número de fótons. Essencialmente – e matematicamente falando – a partir de um vazio pode-se produzir elétrons, e os elétrons podem ser persuadidos a se tornar uma série de outras partículas.

Sendo assim, no final, há mais partículas do que havia no começo (porque você começou com um vácuo). Os pesquisadores acreditam que isso acontece na natureza, próximo a pulsares e estrelas de nêutrons: criar algo a partir do nada

Fonte: http://hypescience.com/particulas-podem-ser-criadas-a-partir-do-vacuo/


-Paulo Souza
A ciência dá um passo mais além, e consegue criar algo a partir do nada. Teoricamente, cientistas afirmam que é possível conjurar partículas a partir do vácuo – nas condições certas.
Claro que não é assim tão fácil. São requeridos um laser de ultra-intensidade, um acelerador de partículas, e uma mente aberta. A mente aberta é necessária para compre
ender o que é nada (que definitivamente é alguma coisa).

A linha de pensamento dos cientistas é a seguinte: o vácuo não é um vazio completo. O vácuo é uma combinação equilibrada de matéria e antimatéria, ou partículas e antipartículas. Essas partículas têm uma enorme densidade, a única coisa é que não podemos observá-las por que suas características observáveis se anulam.

Os pesquisadores criaram um conjunto de equações que sugerem que um laser de alta energia pode “rasgar” o vácuo, transformando-o em partículas constituintes e antipartículas, e desencadeando uma reação que gera pares adicionais de matéria-antimatéria.

Como? Quando a matéria e a antimatéria se aniquilam mutuamente, fótons gama são produzidos. Essas partículas de luz de alta energia podem produzir elétrons adicionais e pósitrons (pósitrons são os opostos a elétrons para a antimatéria).

Em um campo de laser forte, esses elétrons produzidos a partir da antimatéria podem tornar-se uma combinação de três outras partículas e um número de fótons. Essencialmente – e matematicamente falando – a partir de um vazio pode-se produzir elétrons, e os elétrons podem ser persuadidos a se tornar uma série de outras partículas.

Sendo assim, no final, há mais partículas do que havia no começo (porque você começou com um vácuo). Os pesquisadores acreditam que isso acontece na natureza, próximo a pulsares e estrelas de nêutrons: criar algo a partir do nada



Fonte:Facebook.com/VastoUniverso!!!!

A Terra não é redonda????

A terra não é redonda? é o que membros da Sociedade Terra Plana (STP) alegam.

Quando você caminha por aí, o planeta parece aplanado, e a sensação que você tem é que ele é plano. Os membros daquela sociedade tomam toda a evidência contrária, como fotos da esfericidade da Terra feitas por satélites, como falsificações criadas por uma “conspiração da Terra redonda”, orquestrada pela Nasa e outras agências do governo.

Esta crença, de que a Terra é plana, tem sido descrita como a maior das teorias conspiratórias. Segundo seus líderes, o número de crentes tem crescido na base de 200 pessoas (a maioria americanos e britânicos) por ano, desde 2009. E se a gente levar em conta a energia que eles dedicam em montar sua teoria no site, e as defesas que fazem de seus pontos de vista, eles parecem realmente, honestamente, acreditar que a Terra é plana.
Mas será que em pleno século 21 isto é sério? E se for, como é que isto pode ser psicologicamente possível?

O que exatamente eles acreditam
Ao mesmo tempo em que eles rejeitam baldes de evidência concreta de que a Terra é esférica, eles aceitam sem muito questionamento uma lista de afirmações que qualquer um chamaria de ridículas: a principal teoria deles afirma que a Terra é um disco com o círculo ártico no centro e a Antártida, um muro de gelo de 45 metros de altura, na borda. Segundo eles, funcionários da Nasa guardam o muro de gelo para evitar que as pessoas subam o mesmo e caiam fora do disco.

O ciclo de dia e noite é explicado pelo posicionamento do sol e da lua que são esferas com 51 quilômetros que se movem em círculos de 4.828 km sobre o plano da terra (as estrelas estariam em um plano 4.988 km acima). Como holofotes, estas esferas celestes iluminam diferentes partes do planeta em um ciclo de 24 horas. Além disso, haveria uma “antilua” que escureceria a lua durante eclipses lunares.

A gravidade, para eles, é uma ilusão. Os objetos não são acelerados para baixo, mas é o disco da Terra que acelera para cima a 9,8 m/s², movido por uma força misteriosa chamada energia escura. Por enquanto, eles não chegaram a uma conclusão se a teoria da relatividade permite ou não que a Terra acelere para cima indefinidamente sem que o planeta eventualmente ultrapasse a velocidade da luz (aparentemente as leis de Einstein se mantém nesta versão de realidade alternativa).

E o que tem abaixo do disco da Terra? Eles não sabem, mas a maioria acredita que seja composto de “pedras”.

E há também a conspiração de que as fotos do globo são Photoshop, os aparelhos de GPS são fraudados para fazer os pilotos pensarem que estão voando em linha reta sobre uma esfera quando na verdade estão voando em círculos sobre um disco.

O motivo pelo qual o governo esconderia a verdade sobre a forma da Terra não está bem claro, mas eles acreditam que provavelmente é alguma coisa financeira. Segundo o site, “logicamente custaria muito menos para falsificar um programa espacial do que ter um, e os conspiradores lucram a partir do financiamento que a Nasa e outras agências espaciais recebem do governo”.
E não é brincadeira
Os adeptos da teoria da Terra plana seguem um método de pensamento chamado “método Zetético”, uma alternativa ao método científico criado por um crente na Terra plana do século 19, segundo o qual as observações dos sentidos são inquestionáveis. Segundo o Michael Wilmore, vice-presidente da STC, “o método coloca bastante ênfase na reconciliação do empirismo e racionalismo, fazendo deduções lógicas baseadas em dados empíricos”.

Na astronomia zetética, a percepção de que a Terra é plana leva à dedução de que ela realmente deve ser plana, e a antilua, a conspiração da Nasa e todo o resto são apenas racionalizações de como isto funciona na prática.

E eles levam isto a sério, considerando que este é um modelo de astronomia mais plausível que o encontrado em livros-texto.
Segundo Wilmore, enquanto alguns membros veem a sociedade e a teoria como um tipo de exercício epistemológico, seja como crítica ao método científico ou um tipo de “solipsismo para iniciantes”, há também os que apenas acham que a certidão de sócio fica engraçada na sala de estar. Mas muitos membros, sem dúvida, estão convencidos desta crença. O próprio Wilmore se diz um crente.

Estranhamente, tanto Wilmore quanto o presidente da sociedade, Daniel Shenton, acreditam que a evidência do aquecimento global é forte, apesar da maioria dela vir de dados de satélite obtidos pela Nasa, considerada o carro-chefe da conspiração da Terra redonda. Além disso, eles também aceitam a evolução e as principais teorias da ciência.

A psicologia da conspiração
Todas estas crenças absurdas não surpreendem os especialistas. Karen Douglas, psicóloga na Universidade de Kent, no Reino Unido, na qual estuda a psicologia das teorias conspiratórias, diz que as crenças deste grupo são coerentes com outros adeptos de teorias conspiratórias que ela já estudou.

Segundo a psicóloga, todas as teorias da conspiração compartilham a mesma estrutura: apresentam uma teoria alternativa sobre algum evento ou aspecto importante, e constroem uma explicação geralmente vaga do por que alguém está ocultando a “verdadeira” versão dos eventos. Quanto mais vaga a explicação, maior o apelo da teoria conspiratória.
Outro apelo destas teorias é dado pela forma com que os adeptos aderem à sua história. Por exemplo, os crentes da teoria da Terra plana geralmente são mais incisivos que a Terra é plana do que a maioria das pessoas sobre a Terra ser redonda (quando é que você achou que tinha que provar que a Terra é redonda?).
Além disso, o ponto de vista de uma minoria que seja apresentado de forma inteligente e que pareça bem informada, e quando os proponentes não se desviam de suas fortes opiniões, pode exercer bastante influência.

Em um estudo recente, os cientistas políticos Eric Oliver e Tom Wood, da Universidade de Chicago (EUA), descobriram que cerca de metade dos americanos acredita em pelo menos uma teoria conspiratória, como a de que o 11 de setembro foi um trabalho interno.

Há uma propensão a acreditar em muitas ideias que contradigam diretamente uma narrativa cultural dominante. Segundo Oliver, as crenças em conspirações nascem da tendência humana de perceber forças invisíveis atuando, conhecida como “pensamento mágico”.

Mas os crentes na Terra plana não se encaixam perfeitamente nesta imagem. A maior parte dos adeptos de teorias de conspiração adotam teorias marginais, e até mesmo contraditórias. Os adeptos da Terra plana só se prendem à forma da Terra.
Segundo o mesmo Oliver, se eles fossem os crentes comuns, eles teriam uma tendência para o pensamento mágico, como a crença em OVNIs, no demônio, ou em outras forças invisíveis. Aparentemente não é este o caso deles, o que faz com que sejam bastante anormais em relação à maioria dos americanos que acredita em teorias conspiratórias. 

Inacreditável, não? mas existe até um forum, onde debatem assuntos dessa teoria. Link: http://www.theflatearthsociety.org/forum/index.php/topic,1324.msg1312141.html#msg1312141


Fonte: http://www.lifeslittlemysteries.com/3030-flat-earth-belief.html
Quando você caminha por aí, o planeta parece aplanado, e a sensação que você tem é que ele é plano. Os membros daquela sociedade tomam toda a evidência contrária, como fotos da esfericidade da Terra feitas por satélites, como falsificações criadas por uma “conspiração da Terra redonda”, orquestrada pela Nasa e outras ag
ências do governo.

Esta crença, de que a Terra é plana, tem sido descrita como a maior das teorias conspiratórias. Segundo seus líderes, o número de crentes tem crescido na base de 200 pessoas (a maioria americanos e britânicos) por ano, desde 2009. E se a gente levar em conta a energia que eles dedicam em montar sua teoria no site, e as defesas que fazem de seus pontos de vista, eles parecem realmente, honestamente, acreditar que a Terra é plana.
Mas será que em pleno século 21 isto é sério? E se for, como é que isto pode ser psicologicamente possível?

O que exatamente eles acreditam
Ao mesmo tempo em que eles rejeitam baldes de evidência concreta de que a Terra é esférica, eles aceitam sem muito questionamento uma lista de afirmações que qualquer um chamaria de ridículas: a principal teoria deles afirma que a Terra é um disco com o círculo ártico no centro e a Antártida, um muro de gelo de 45 metros de altura, na borda. Segundo eles, funcionários da Nasa guardam o muro de gelo para evitar que as pessoas subam o mesmo e caiam fora do disco.

O ciclo de dia e noite é explicado pelo posicionamento do sol e da lua que são esferas com 51 quilômetros que se movem em círculos de 4.828 km sobre o plano da terra (as estrelas estariam em um plano 4.988 km acima). Como holofotes, estas esferas celestes iluminam diferentes partes do planeta em um ciclo de 24 horas. Além disso, haveria uma “antilua” que escureceria a lua durante eclipses lunares.

A gravidade, para eles, é uma ilusão. Os objetos não são acelerados para baixo, mas é o disco da Terra que acelera para cima a 9,8 m/s², movido por uma força misteriosa chamada energia escura. Por enquanto, eles não chegaram a uma conclusão se a teoria da relatividade permite ou não que a Terra acelere para cima indefinidamente sem que o planeta eventualmente ultrapasse a velocidade da luz (aparentemente as leis de Einstein se mantém nesta versão de realidade alternativa).

E o que tem abaixo do disco da Terra? Eles não sabem, mas a maioria acredita que seja composto de “pedras”.

E há também a conspiração de que as fotos do globo são Photoshop, os aparelhos de GPS são fraudados para fazer os pilotos pensarem que estão voando em linha reta sobre uma esfera quando na verdade estão voando em círculos sobre um disco.

O motivo pelo qual o governo esconderia a verdade sobre a forma da Terra não está bem claro, mas eles acreditam que provavelmente é alguma coisa financeira. Segundo o site, “logicamente custaria muito menos para falsificar um programa espacial do que ter um, e os conspiradores lucram a partir do financiamento que a Nasa e outras agências espaciais recebem do governo”.
E não é brincadeira
Os adeptos da teoria da Terra plana seguem um método de pensamento chamado “método Zetético”, uma alternativa ao método científico criado por um crente na Terra plana do século 19, segundo o qual as observações dos sentidos são inquestionáveis. Segundo o Michael Wilmore, vice-presidente da STC, “o método coloca bastante ênfase na reconciliação do empirismo e racionalismo, fazendo deduções lógicas baseadas em dados empíricos”.

Na astronomia zetética, a percepção de que a Terra é plana leva à dedução de que ela realmente deve ser plana, e a antilua, a conspiração da Nasa e todo o resto são apenas racionalizações de como isto funciona na prática.

E eles levam isto a sério, considerando que este é um modelo de astronomia mais plausível que o encontrado em livros-texto.
Segundo Wilmore, enquanto alguns membros veem a sociedade e a teoria como um tipo de exercício epistemológico, seja como crítica ao método científico ou um tipo de “solipsismo para iniciantes”, há também os que apenas acham que a certidão de sócio fica engraçada na sala de estar. Mas muitos membros, sem dúvida, estão convencidos desta crença. O próprio Wilmore se diz um crente.

Estranhamente, tanto Wilmore quanto o presidente da sociedade, Daniel Shenton, acreditam que a evidência do aquecimento global é forte, apesar da maioria dela vir de dados de satélite obtidos pela Nasa, considerada o carro-chefe da conspiração da Terra redonda. Além disso, eles também aceitam a evolução e as principais teorias da ciência.

A psicologia da conspiração
Todas estas crenças absurdas não surpreendem os especialistas. Karen Douglas, psicóloga na Universidade de Kent, no Reino Unido, na qual estuda a psicologia das teorias conspiratórias, diz que as crenças deste grupo são coerentes com outros adeptos de teorias conspiratórias que ela já estudou.

Segundo a psicóloga, todas as teorias da conspiração compartilham a mesma estrutura: apresentam uma teoria alternativa sobre algum evento ou aspecto importante, e constroem uma explicação geralmente vaga do por que alguém está ocultando a “verdadeira” versão dos eventos. Quanto mais vaga a explicação, maior o apelo da teoria conspiratória.
Outro apelo destas teorias é dado pela forma com que os adeptos aderem à sua história. Por exemplo, os crentes da teoria da Terra plana geralmente são mais incisivos que a Terra é plana do que a maioria das pessoas sobre a Terra ser redonda (quando é que você achou que tinha que provar que a Terra é redonda?).
Além disso, o ponto de vista de uma minoria que seja apresentado de forma inteligente e que pareça bem informada, e quando os proponentes não se desviam de suas fortes opiniões, pode exercer bastante influência.

Em um estudo recente, os cientistas políticos Eric Oliver e Tom Wood, da Universidade de Chicago (EUA), descobriram que cerca de metade dos americanos acredita em pelo menos uma teoria conspiratória, como a de que o 11 de setembro foi um trabalho interno.

Há uma propensão a acreditar em muitas ideias que contradigam diretamente uma narrativa cultural dominante. Segundo Oliver, as crenças em conspirações nascem da tendência humana de perceber forças invisíveis atuando, conhecida como “pensamento mágico”.

Mas os crentes na Terra plana não se encaixam perfeitamente nesta imagem. A maior parte dos adeptos de teorias de conspiração adotam teorias marginais, e até mesmo contraditórias. Os adeptos da Terra plana só se prendem à forma da Terra.
Segundo o mesmo Oliver, se eles fossem os crentes comuns, eles teriam uma tendência para o pensamento mágico, como a crença em OVNIs, no demônio, ou em outras forças invisíveis. Aparentemente não é este o caso deles, o que faz com que sejam bastante anormais em relação à maioria dos americanos que acredita em teorias conspiratória





Fonte:facebook.com/VastoUniverso

terça-feira, 30 de outubro de 2012

As pirâmides e o Mistério de Órion


As pirâmides de Gizé têm estimulado a imaginação humana. Quando foi erguida, a Grande Pirâmide tinha 145,75 m de altura (com o passar do tempo, perdeu 10 metros do seu cume). O ângulo de inclinação dos seus lados é de 54º54'. Sua base é um quadrado com 229 m de lado.  Mas, apesar desse tamanho todo, é um quadrado quase perfeito - o maior erro entre o comprimento de cada lado não passa de 0,1%, algo em torno de 2 cm, o que é incrivelmente pequeno.  A estrutura consiste em mais de 2 milhões de blocos de pedra, cada um pesando de duas a 20 toneladas.

Na face norte fica a entrada da pirâmide. Um número de corredores e galerias leva ao que seria a câmara mortuária do rei, localizada no "coração" da estrutura. O sarcófago é de granito preto e também está orientado com as direções da bússola.  Surpreendentemente, o sarcófago é maior do que a entrada da câmara.  Só pode ter sido colocado lá enquanto a construção progredia, um fato que evidencia a complexidade do projeto e como tudo foi cuidadosamente calculado.

São cálculos assombrosos.  Por exemplo, se você tomar o perímetro da pirâmide e dividi-lo por duas vezes a sua altura, chegará ao número pi (3,14159...) até o décimo quinto dígito. As chances de esse fenômeno ocorrer por acaso são quase nulas.  Até o século 6 d.C., o pi havia sido calculado só até o quarto dígito.

E isso é só o começo.  A Grande Pirâmide pode ser a mais velha estrutura na face do planeta, é a mais corretamente orientada, com seus lados alinhados quase exatamente para o norte, sul, leste e oeste.  É um mistério como os antigos egípcios conseguiram tamanha precisão sem utilizar uma bússola - assim com é incrível que até agora ninguém tenha aparecido com uma explicação para o enigma.

Ao que parece, todas as construções na planície de Gizé estão espetacularmente alinhadas.  No solstício de verão, quando visto da Esfinge, o Sol se põe exatamente no centro da Grande Pirâmide e de sua vizinha, a pirâmide de Quéfren.  No dia do solstício de inverno, visto da entrada da Grande Pirâmide, o Sol nasce exatamente do lado esquerdo da base da cabeça da Esfinge e passa toda a cabeça até se pôr ao lado direito de sua base.  A geometria das três pirâmides tem sido uma fonte de confusão por muitos anos, por causa da maneira aparentemente imperfeita com que foram alinhadas.  É curioso, porque foram os egípcios os      inventores da geometria.

Por outro lado, a pirâmide está colocada num lugar muito especial na face da Terra - ela está no centro exato da superfície terrestre do planeta, dividindo a massa de terra em quadrantes aproximadamente iguais.  O meridiano terrestre a 31º a leste de Greenwich e o paralelo a 30º ao norte do equador são as linhas que passam pela maior parte da superfície terrestre do globo. No lugar onde essas linhas se cruzam está a Grande Pirâmide, seus eixos norte-sul e leste-oeste alinhados com essas coordenadas.  Em outras palavras, a Grande Pirâmide está no centro da superfície terrestre.  Ela é, por assim dizer, o umbigo do mundo.

Muitos arquitetos e engenheiros que estudaram a pirâmide concordam que, com toda a tecnologia de hoje, não conseguiríamos construir uma igual.  Será ? Às vezes as pessoas preferem acreditar em qualquer coisa menos na capacidade do gênio humano.  Foi com essa intenção que, em 1944, um grupo de arqueólogos tentou construir uma réplica da pirâmide, sem usar a tecnologia moderna, nem mesmo a roda, mas seguindo uma escada proporcional de tamanho, tempo e número de operários 40 vezes menor.  Isso resultaria justamente nos 10 m que faltam ao cume da Grande Pirâmide.

Cordas e varetas serviam como instrumentos para medição e demarcação do terreno, as pedras foram cortadas a cinzel nas pedreiras distantes, transportadas de barco e empurradas até o local da empreitada, ao lado de Quéops.  O sistema utilizado para erguer as pedras foi uma combinação da rampa com as alavancas. Tudo como nos velhos tempos.

Para surpresa geral, as pedras foram se encaixando com precisão milimétrica e a construção progrediu, apesar dos atrasos provocados pelo desconhecimento do know-how da época, que teve de ir sendo desvendado na base da tentativa e erro. O que frustou o sucesso da empreitada foi o tempo.  Não deu.  Se a equipe dispusesse de alguns dias a mais, além dos 45 dias determinados, teria construído uma Grande Pirâmide em escala.

Robert Bauval e Adrian Gilbert tem um estudo astronômico sobre as pirâmides. Os dois publicaram suas descobertas preliminares no livro THE ORION MYSTERY, editado pela Heinemann.  Eles também fizeram um documentário para a TV em 1995, lançando uma nova e intrigante luz sobre o assunto.  Os pontos de vista expressados no livro e no documentário foram inicialmente desprezados pelos egiptólogos acadêmicos, mas, conforme as evidências foram reforçando sua teoria, mais e mais gente a foi aceitando.

Embora Virgina Trimble e Alexander Badawy tenham sido os primeiros a notar que os "respiradouros" da pirâmide de Quéops apontavam para a Constelação de Órion, aparentemente com o objetivo de mirar a alma do rei morto em direção àquela constelação, Bauval foi o primeiro a notar que o alinhamento das três pirâmides era uma acurada imagem espelhada das Três Marias, como são chamadas no Brasil as estrelas Alnitak, Alnilam e Mintaka, que formam o "cinturão" de  Órion.  A isso ele deu o nome de Teoria da Correlação, que forma a espinha dorsal de sua pesquisa.

                                                                               
                                                                              

As pirâmides há muito vêm fascinando Robert Bauval.  Ele é um engenheiro egípcio, filho de pais belgas, nascido em Al-Iskandariyaa (Alexandria), e passou a maior parte da sua vida trabalhando no Oriente Médio.  Por muitos anos ponderou sobre o significado de Sah, a constelação de Órion e sua ligação com as pirâmides.

Bauval sabia que a aparentemente inconsistente disposição das três pirâmides em Gizé não era acidental.  O problema há muito ocupava sua cabeça e a de seus amigos engenheiros. Muitos concordavam que o alinhamento, embora incomum não era um erro, dado o conhecimento matemático que os egípcios tinham.

Enquanto trabalhava numa obra da Arábia Saudita, Bauval costumava passar as noites com a família e os amigos num churrasco no deserto.  Num desses finais de noite ao redor da fogueira, um amigo engenheiro, que também era astrônomo amador, apontou para a constelação de Órion, que se levantava atrás das dunas. Ele mencionou de passagem que as estrelas que formam o cinturão do caçador pareciam imperfeitamente alinhadas, e não formavam uma diagonal reta.  Mintaka, a estrela mais à direita, está ligeiramente fora do prumo.  Enquanto o amigo explicava, Bauval ia vendo a luz - o alinhamento das três estrelas correspondia  perfeitamente ao das pirâmides de Gizé !

Inicialmente Bauval usou o programa de astonomia Skyglobe para checar o alinhamento das estrelas em 2450 A.C.  O software foi suficiente para clarear a mente de Bauval quanto ao valor da sua descoberta.  O programa Skyglobe também pode colocar a Via-Láctea nos mapas celestes que produz, e ao fazer isso Bauval encontrou as evidências para a sua teoria. Gizé está a oeste do Nilo, da mesma forma que Órion está a "oeste" da Via-láctea, e na mesma proporção em que Gizé está para o Nilo.

Bauval colocou a precessão das Três Marias e descobriu que, devido à sua proximidade no espaço e à sua grande distância da Terra, há 5 mil anos as estrelas apareciam exatamente do mesmo modo como são vistas hoje.  Claro, elas mudaram em declinação -antes estavam abaixo do equador celeste, a cerca de 10 graus de declinação.

A astronomia é fundamental na Teoria da Correlação de Bauval.  Em um ciclo de 26 mil anos, o eixo do nosso planeta oscila levemente e isso leva a uma mudança aparente na posição das estrelas.  Esse fenômeno é conhecido pleno nome de precessão.  Enquanto a Terra oscila, a Estrela Polar que marca o Pólo norte celeste vai mudando.  Atualmente, a estrela Polaris marca esse ponto, mas, na época das pirâmides, no lugar dela estava Thuban, da constelação Draconis.  Dentro de dez anos, a estrela Vega, da constelação de Lira, irá ser o pólo norte celeste.

Outra mudança na posição das estrelas é provocada pela expansão do universo. As estrelas não estão paradas no espaço - elas têm o que se chama de movimento próprio.  Algumas estão se movendo em direção à Terra, enquanto outras estão se afastando. Grupos de estrelas relacionadas, como as Três Marias, em Órion, tendem a se mover juntas pelo espaço.

A mudança da posição de uma estrela está em função, entre outras coisas, de  sua  distância do local de observação.  Estrelas que estão muito longe parecem se mover bem devagar. Este é o caso das Três Marias, distantes aproximadamente 1,4 mil anos-luz Terra.  Assim, através dos séculos, elas mudaram sua declinação, e hoje nascem e se põem em tempos diferentes.  Mas elas retêm sua forma característica por causa da distância.

É muito importante entender que o céu era diferente no tempo das pirâmides. A forma geral das Três Marias tem permanecido igual, embora muitas outras partes do céu tenham mudado drasticamente.  Graças aos sofisticados programas de computador, é possível projetar o céu de volta no tempo, o que permitiu a Bauval verificar e construiu sua teoria.

As relações que tal descoberta implica são fascinantes.  Os egípcios eram dualistas, tudo em que pensavam e em que acreditavam tinha sua contraparte - causa e efeito, direita e esquerda, leste e oeste, morte e renascimento - e nada era visto isoladamente. Eles construíram em Gizé uma réplica exata do cinturão de Órion, o destino do Faraó, o Duat.  Longe de ser uma tumba, a pirâmide seria o ponto de  partida da jornada do rei morto de volta às estrelas de onde veio.

A egiptologia tradicional acredita que os egípcios praticavam a religião solar, centrada na adoração de Ra.  O culto a Ra, cujo centro era Heliópolis, a Cidade do Sol, era sem dúvida importante, mas parece que era um apêndice de uma religião estelar ainda mais antiga.  Toda a evidência que tem surgido sugere que Ra era meramente um dos instrumentos pelos quais o rei retornava ao tempo primordial, e não ao seu objetivo final. A aplicação da Astronomia ao estudo do Antigo Egito mostra que as estrelas tinham importância definitiva no destino final do rei, como se pode notar pelo texto 466 recolhido na pirâmide : "Ó Rei, és esta grande estrela, a companheira de Órion, que gira pelo céu com Órion, que navega o Duat com       Osíris..."

O rei era muito importante por ser o elo entre os deuses e os homens, e era tratado com enorme respeito na vida e na morte.  Desde o momento de seu nascimento era educado e treinado para seu retorno às estrelas.  Cada aspecto da sua vida estava associado com sua jornada.  Ele aprendia as rezas e encantamentos (muitos foram colocados nos Livro dos Mortos), que lhe garantiria uma jornada segura.  Seu objetivo na vida era um retorno bem-sucedido, e a pirâmide, longe de ser uma tumba ou um memorial, era um ponto de partida dessa grande jornada.

Detonando a teoria da conspiração do Homem a Lua



Detonando a Teoria da Conspiração do Homem na Lua.

As seguintes razões foram oferecidas como provas de que os pousos na Lua, que começaram com a aterrissagem da Apollo 11 em 20 de Julho de 1969, foram falsos. Veja como elas foram detonadas.

1. Quando os astronautas estão colocando a bandeira dos EUA, ela ondula. Mas não há vento na Lua.

A bandeira está sendo segurada por uma barra horizontal para permanecer estendida e simplesmente se move quando é desdobrada e enquanto o mastro está sendo fixado na posição correta pelos astronautas. O mastro da bandeira é leve, de alumínio flexível e continua a vibrar depois que os astronautas o soltam, dando a impressão de estar sendo soprado pelo vento.

2. Nenhuma estrela é visível nas fotos tiradas pelos astronautas da Apollo da superfície da Lua.

O pouso da Apollo aconteceu durante a manhã lunar, com o Sol brilhando intensamente. O tempo de exposição das câmeras é configurado para ser muito rápido não deixando que muita luz entre e ofusque detalhes. As estrelas, embora sejam visíveis a olho nu na Lua, não são brilhantes o bastante para serem capturadas nas fotografias na manhã lunar.

3. Nenhuma cratera causada por impacto é vista nas fotos tiradas do módulo de aterrissagem lunar.

O módulo de aterrissagem toca rocha sólida, coberta por uma fina camada de poeira lunar, então não há razão para criar uma cratera com impactos. Mesmo que o chão fosse menos sólido, a quantidade de pressão produzida pelo motor nesse momento da aterrissagem e decolagem é muito pequena comparada a uma aterrissagem na Terra por causa da relativa falta de puxão gravitacional.

4. O módulo de aterrissagem pesa 17 toneladas e mesmo assim pousa sobre areia sem deixar marcas. Perto dele, as pegadas dos astronautas podem ser vistas na areia.

A camada de areia poeira é bem fina, então o módulo de aterrissagem pousa em rocha sólida. A poeira, enquanto soprada para longe pelo impacto da descida, rapidamente retorna ao chão e é pisada pelos astronautas quando eles começam a caminhar na Lua.

5. As pegadas na fina camada de poeira lunar, sem umidade ou atmosfera ou forte gravidade, são inesperadamente bem preservadas, como se feitas em areia molhada.

A falta de vento na Lua significa que as pegada em fina e seca poeira lunar não são sopradas para longe como aconteceria se fossem feitas em substâncias semelhantes na Terra. Além do mais já foi provado que a areia lunar no vácuo se agrega de maneira diferente que a areia da praia.

6. Quando o módulo de aterrissagem decola da superfície da Lua, não há uma chama visível saindo do foguete.

Os foguetes no módulo de aterrissagem são movidos por combustível que contém uma combinação de hidrazina com tetróxido de dinitrogênio, que queima sem chama visível.

7. Se acelerado o filme dos astronautas andando na superfície da Lua, eles parecem ter sido filmados na Terra e então colocados em câmera lenta.

O melhor jeito de responder é: um pouco, mas na verdade não.

8. Os astronautas não poderiam ter sobrevivido à viagem por causa da exposição à radiação do Cinto de Radiação de Van Allen.

Essa afirmação é baseada em grande parte na alegação de um cosmonauta russo. O pequeno tempo que é necessário para cruzar o cinto, combinado com a proteção da espaçonave, significa que a exposição à radiação seria muito baixa.

9. As rochas trazidas da Lua são idênticas às rochas coletadas por cientistas em expedições para a Antártida.

Algumas pedras lunares já foram encontradas na Terra, mas elas estão todas chamuscadas e oxidadas pela sua entrada na atmosfera da Terra e asteróides. Geólogos confirmaram com completa certeza que as rochas da Apollo foram trazidas da Lua pelo homem.

10. Todas as seis aterrissagens na Lua aconteceram durante a administração Nixon. Nenhum outro líder nacional afirmou ter levado astronautas à Lua, apesar dos 40 anos de rápido desenvolvimento tecnológico.

Essa é uma favorita entre os teóricos da conspiração porque não precisa de provas mas acusa a presidência de Richard Nixon, um presidente sabidamente corrupto. O fato é que após as aterrissagens da Apollo, a corrida foi ganha e o dinheiro se acabou. A União Soviética não tinha interesse em chegar em segundo e políticos de ambos os lados perceberam que missões de órbita tinham potencial comercial e militar muito maior. 

Fonte: http://hypescience.com/18818-detonando-as-teorias-da-conspiracao-do-homem-na-lua/

Bônus: A nova sonda espacial fotografou o equipamento humano deixado na lua.

Foto: http://hypescience.com/wp-content/uploads/2009/07/504x_369228main_ap14labeled_540.jpg

Fonte: http://www.telegraph.co.uk/science/space/5833633/Apollo-11-Moon-landing-conspiracy-theories-debunked.html

Isso mesmo! Há pouco tempo a sonda LRO fotografou equipamento deixado na lua por várias missões humanas, como você pode ver acima.

Como os cientistas sabem qual é a distância exata da Lua? Eles disparam um laser de alta precisão contra espelhos que estão instalados na superfície lunar e esperam a luz refletir e retornar à Terra, fazendo os cálculos com base na velocidade da luz. Agora me digam: quem colocou os espelhos lá? ET's?
Não é mais fácil se render à idéia de que foram instalados pelo homem?

Pra quem fica impressionado com as afirmações da "Fraude do Século", vale à pena se instruir mais sobre as alegações desonestas desse autor: http://zeca.astronomos.com.br/afraudedafraude/afraudedafraude.htm

"Revisitados por sondas em 2011."

As imagens mostram que os rastros da presença humana continuam lá 40 anos depois, devido à falta de ventos.

http://www.ibtimes.com/articles/209818/20110907/nasa-moon-mission-new-lro-images-offer-sharper-views-of-apollo-12-14-and-17-landing-sites-orbit-elli.htm

http://lunarscience.nasa.gov/articles/lro-sees-apollo-15-rover-tracks/

Existem DVD's mostrando HORAS de imagens capturas na Lua, custam uma fortuna, pois já estão fora de catálogo. Mas bem que esse povo (que nega a ida do homem a Lua), poderia fazer uma vaquinha e comprar um, só para parar de se basear em 'teoria da conspiração da ida do homem a lua'.

http://www.amazon.com/Apollo-17-Extended-Collectors-Edition/dp/B00065EB2M/ref=sr_1_3?ie=UTF8&qid=1343875469&sr=8-3&keywords=apollo+17

As câmeras e filmes fotográficos usados na missão Apollo, foram produtos de alta tecnologia desenvolvidos especialmente para as situações extremas que eles sabiam que iriam encontrar após o envio de sondas.

A própria NASA admite que se a viagem tivesse sido feita com uma semana de atraso os astronautas teriam sido fritados por uma das explosões solares. É por isso que existem as tais "janelas" para vôos espaciais. É preciso que os corpos celestes estejam bem posicionados e todos esses outros fenômenos perigosos devidamente monitorados.

Se você observar bem nas fotos, Armstrong visitou o lado ILUMINADO da Lua, com o Sol a pino. Assim como não vemos estrelas no céu durante o dia terrestre, também não as vemos no dia lunar - a única diferença é que lá o céu é preto e não azulado, pois não tem a camada de gases que forma nossa atmosfera.

Mesmo os astronautas dos ônibus espaciais confirmam que só vêem estrelas quando passam pela sobrra da Terra e quando olham na direção oposta ao Sol. Diferentemente do que mostram os filmes de ficção científica, o Sol ofusca todas as estrelas em torno dele!

Você sabia que todo o programa espacial americano da década de 1970 custou o mesmo que o desenvolvimento do míssil Tomahawk?

Sabia que o custo de envio do primeiro astronauta brasileiro ao espaço (US$10 milhões).

"Detalhe sórdido: a coletânea de 6 DVD's com imagens da missão Apollo 17 (que indiquei acima) tem 27 HORAS de imagens capturadas na Lua! E olha que em nenhum momento aparece um refletor ou um "erro de gravação". Na época em que os videocassetes se popularizaram no Brasil, toda videolocadora de respeito tinha um documentário com compacto em 2 horas dessa missão, que foi uma das mais bem documentadas."

5 bandeiras dos EUA continuam de pé na lua apos 40 anos.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/07/cinco-bandeiras-dos-eua-continuam-de-pe-na-lua-apos-40-anos.html

Sobre a bandeira que tremula, assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=hMBCfuKs9i8
As seguintes razões foram oferecidas como provas de que os pousos na Lua, que começaram com a aterrissagem da Apollo 11 em 20 de Julho de 1969, foram falsos. Veja como elas foram detonadas.

1. Quando os astronautas estão colocando a bandeira dos EUA, ela ondula. Mas não há vento na Lua.

A bandeira está sendo segurada por uma barra horizontal para permanecer estendida e simplesmente se move quando é desdobrada e enquanto o mastro está sendo fixado na posição correta pelos astronautas. O mastro da bandeira é leve, de alumínio flexível e continua a vibrar depois que os astronautas o soltam, dando a impressão de estar sendo soprado pelo vento.

2. Nenhuma estrela é visível nas fotos tiradas pelos astronautas da Apollo da superfície da Lua.

O pouso da Apollo aconteceu durante a manhã lunar, com o Sol brilhando intensamente. O tempo de exposição das câmeras é configurado para ser muito rápido não deixando que muita luz entre e ofusque detalhes. As estrelas, embora sejam visíveis a olho nu na Lua, não são brilhantes o bastante para serem capturadas nas fotografias na manhã lunar.

3. Nenhuma cratera causada por impacto é vista nas fotos tiradas do módulo de aterrissagem lunar.

O módulo de aterrissagem toca rocha sólida, coberta por uma fina camada de poeira lunar, então não há razão para criar uma cratera com impactos. Mesmo que o chão fosse menos sólido, a quantidade de pressão produzida pelo motor nesse momento da aterrissagem e decolagem é muito pequena comparada a uma aterrissagem na Terra por causa da relativa falta de puxão gravitacional.

4. O módulo de aterrissagem pesa 17 toneladas e mesmo assim pousa sobre areia sem deixar marcas. Perto dele, as pegadas dos astronautas podem ser vistas na areia.

A camada de areia poeira é bem fina, então o módulo de aterrissagem pousa em rocha sólida. A poeira, enquanto soprada para longe pelo impacto da descida, rapidamente retorna ao chão e é pisada pelos astronautas quando eles começam a caminhar na Lua.

5. As pegadas na fina camada de poeira lunar, sem umidade ou atmosfera ou forte gravidade, são inesperadamente bem preservadas, como se feitas em areia molhada.

A falta de vento na Lua significa que as pegada em fina e seca poeira lunar não são sopradas para longe como aconteceria se fossem feitas em substâncias semelhantes na Terra. Além do mais já foi provado que a areia lunar no vácuo se agrega de maneira diferente que a areia da praia.

6. Quando o módulo de aterrissagem decola da superfície da Lua, não há uma chama visível saindo do foguete.

Os foguetes no módulo de aterrissagem são movidos por combustível que contém uma combinação de hidrazina com tetróxido de dinitrogênio, que queima sem chama visível.

7. Se acelerado o filme dos astronautas andando na superfície da Lua, eles parecem ter sido filmados na Terra e então colocados em câmera lenta.

O melhor jeito de responder é: um pouco, mas na verdade não.

8. Os astronautas não poderiam ter sobrevivido à viagem por causa da exposição à radiação do Cinto de Radiação de Van Allen.

Essa afirmação é baseada em grande parte na alegação de um cosmonauta russo. O pequeno tempo que é necessário para cruzar o cinto, combinado com a proteção da espaçonave, significa que a exposição à radiação seria muito baixa.

9. As rochas trazidas da Lua são idênticas às rochas coletadas por cientistas em expedições para a Antártida.

Algumas pedras lunares já foram encontradas na Terra, mas elas estão todas chamuscadas e oxidadas pela sua entrada na atmosfera da Terra e asteróides. Geólogos confirmaram com completa certeza que as rochas da Apollo foram trazidas da Lua pelo homem.

10. Todas as seis aterrissagens na Lua aconteceram durante a administração Nixon. Nenhum outro líder nacional afirmou ter levado astronautas à Lua, apesar dos 40 anos de rápido desenvolvimento tecnológico.

Essa é uma favorita entre os teóricos da conspiração porque não precisa de provas mas acusa a presidência de Richard Nixon, um presidente sabidamente corrupto. O fato é que após as aterrissagens da Apollo, a corrida foi ganha e o dinheiro se acabou. A União Soviética não tinha interesse em chegar em segundo e políticos de ambos os lados perceberam que missões de órbita tinham potencial comercial e militar muito maior.

Fonte: http://hypescience.com/18818-detonando-as-teorias-da-conspiracao-do-homem-na-lua/

Bônus: A nova sonda espacial fotografou o equipamento humano deixado na lua.

Foto: http://hypescience.com/wp-content/uploads/2009/07/504x_369228main_ap14labeled_540.jpg

Fonte: http://www.telegraph.co.uk/science/space/5833633/Apollo-11-Moon-landing-conspiracy-theories-debunked.html

Isso mesmo! Há pouco tempo a sonda LRO fotografou equipamento deixado na lua por várias missões humanas, como você pode ver acima.

Como os cientistas sabem qual é a distância exata da Lua? Eles disparam um laser de alta precisão contra espelhos que estão instalados na superfície lunar e esperam a luz refletir e retornar à Terra, fazendo os cálculos com base na velocidade da luz. Agora me digam: quem colocou os espelhos lá? ET's?
Não é mais fácil se render à idéia de que foram instalados pelo homem?

Pra quem fica impressionado com as afirmações da "Fraude do Século", vale à pena se instruir mais sobre as alegações desonestas desse autor:http://zeca.astronomos.com.br/afraudedafraude/afraudedafraude.htm

"Revisitados por sondas em 2011."

As imagens mostram que os rastros da presença humana continuam lá 40 anos depois, devido à falta de ventos.

http://www.ibtimes.com/articles/209818/20110907/nasa-moon-mission-new-lro-images-offer-sharper-views-of-apollo-12-14-and-17-landing-sites-orbit-elli.htm

http://lunarscience.nasa.gov/articles/lro-sees-apollo-15-rover-tracks/

Existem DVD's mostrando HORAS de imagens capturas na Lua, custam uma fortuna, pois já estão fora de catálogo. Mas bem que esse povo (que nega a ida do homem a Lua), poderia fazer uma vaquinha e comprar um, só para parar de se basear em 'teoria da conspiração da ida do homem a lua'.

http://www.amazon.com/Apollo-17-Extended-Collectors-Edition/dp/B00065EB2M/ref=sr_1_3?ie=UTF8&qid=1343875469&sr=8-3&keywords=apollo+17

As câmeras e filmes fotográficos usados na missão Apollo, foram produtos de alta tecnologia desenvolvidos especialmente para as situações extremas que eles sabiam que iriam encontrar após o envio de sondas.

A própria NASA admite que se a viagem tivesse sido feita com uma semana de atraso os astronautas teriam sido fritados por uma das explosões solares. É por isso que existem as tais "janelas" para vôos espaciais. É preciso que os corpos celestes estejam bem posicionados e todos esses outros fenômenos perigosos devidamente monitorados.

Se você observar bem nas fotos, Armstrong visitou o lado ILUMINADO da Lua, com o Sol a pino. Assim como não vemos estrelas no céu durante o dia terrestre, também não as vemos no dia lunar - a única diferença é que lá o céu é preto e não azulado, pois não tem a camada de gases que forma nossa atmosfera.

Mesmo os astronautas dos ônibus espaciais confirmam que só vêem estrelas quando passam pela sobrra da Terra e quando olham na direção oposta ao Sol. Diferentemente do que mostram os filmes de ficção científica, o Sol ofusca todas as estrelas em torno dele!

Você sabia que todo o programa espacial americano da década de 1970 custou o mesmo que o desenvolvimento do míssil Tomahawk?

Sabia que o custo de envio do primeiro astronauta brasileiro ao espaço (US$10 milhões).

"Detalhe sórdido: a coletânea de 6 DVD's com imagens da missão Apollo 17 (que indiquei acima) tem 27 HORAS de imagens capturadas na Lua! E olha que em nenhum momento aparece um refletor ou um "erro de gravação". Na época em que os videocassetes se popularizaram no Brasil, toda videolocadora de respeito tinha um documentário com compacto em 2 horas dessa missão, que foi uma das mais bem documentadas."

5 bandeiras dos EUA continuam de pé na lua apos 40 anos.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/07/cinco-bandeiras-dos-eua-continuam-de-pe-na-lua-apos-40-anos.html

Sobre a bandeira que tremula, assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=hMBCfuKs9i8
Fonte da matéria: Universo Racionalista       (Facebook.com/Universoracionalista)

domingo, 28 de outubro de 2012

Será que estamos sozinhos no Universo????

Algumas teorias garantem que seres extraterrestres tem visitado a terra,mas será verdade???
O vídeo abaixo mostra o documentário Alienígenas do passado,do History Channel.
Ep.16 Engenheiros da antiguidade.




A estrela da morte


WR-104 "Wolf-Rayet 104 , a estrela da morte."

Esqueça os Maias , esqueça o apocalipse zumbi , pois o final da vida na Terra pode se dar de uma forma que poucos esperam.
WR-104 é uma estrela que se encontra há cerca de 8 mil anos-luz na con
stelação de Sagitário , e que se acredita estar nos seus últimos momentos para se tornar uma enorme supernova.
O problema é que esta monstruosa estrela parece estar com um dos seus pólos voltado diretamente para a Terra , e , se acontecer dela gerar uma Explosão de Raios Gama , ejetaria dois jatos destes raios um em cada pólo , e se assim for , um dos jatos altamente carregado destruiria com extrema facilidade a atmosfera terrestre , e contaminaria praticamente todo o planeta com forte radiação causando assim , o fim da vida como a conhecemos.

Menor estrela conhecida


OGLE-TR-122b faz parte de um sistema binário de estrelas, ela é a menor estrela de sequência principal conhecida, ela tem uma massa 100 vezes da de Júpiter, porém é apenas 20% maior que Júpiter.

Características:

Diâmetro: 167.000 Km (Júpiter tem 142.000 km)
Massa: 100 vezes a de Júpiter
Densidade: 8.000 vezes a da água.
Temperatura: ~5.400ºC

Foto: MENOR ESTRELA CONHECIDA

OGLE-TR-122b faz parte de um sistema binário de estrelas, ela é a menor estrela de sequência principal conhecida, ela tem uma massa 100 vezes da de Júpiter, porém é apenas 20% maior que Júpiter.

Características:

Diâmetro: 167.000 Km (Júpiter tem 142.000 km)
Massa: 100 vezes a de Júpiter
Densidade: 8.000 vezes a da água.
Temperatura: ~5.400ºC

Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/OGLE-TR-122