terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Alienígenas podem existir, mas não da forma como imaginamos

Uma das perguntas mais intrigantes, mais desprovida de respostas conclusivas e que mais gera debates no mundo é: “estamos sozinhos no Universo?”. 

No evento TEDxUIUC, da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign (EUA), Christoph Adami contou uma experiência que teve com a NASA, a agência espacial norte-americana, e como usou seus conhecimentos para ajudá-los a detectar vida fora da Terra.

Adami é professor de Ciências Biológicas Aplicadas no Insituto Keck, em Claremont, Califórnia (EUA), e professor visitante da Universidade Estadual de Michigan (EUA).

Ele investiga a natureza dos sistemas vivos, usando “vida artificial” – pequenos programas de computador auto replicantes. O principal foco de sua pesquisa é a evolução darwiniana, que Adami estuda em diferentes níveis de organização (de moléculas simples ao complexo sistema do cérebro).

Ele foi pioneiro na aplicação de métodos da teoria da informação no estudo da evolução, e projetou um sistema (Avida) que lançou o uso de vida digital como um instrumento para a investigação de questões básicas da biologia evolutiva.

Eis que tudo isso levou a NASA a pedir sua ajuda para procurar vida fora da Terra. Embora, em um primeiro momento, Adami tenha dito que “não fazia ideia de que como eles poderiam procurar vida fora da Terra”, a NASA já tinha uma resposta: biomarcadores.

A agência queria determinar biomarcadores, ou seja, qualquer fenômeno mensurável que os permitisse indicar a presença de vida.

Segundo Adami, definir vida é muito difícil. Certas coisas, quando olhamos para elas, sabemos que estão vivas. Mas e as coisas que não funcionam da maneira como esperaríamos?

Mesmo na Terra, alguns organismos não se comportam da maneira que definiríamos como vida. Por exemplo, um ser vivo é todo ser que um dia morre. Bom, exceto por um pólipo que pode retroceder para sua forma de embrião e crescer de novo, nunca morrendo. Nesses casos, a vida não é definida através de conceitos que estamos acostumados, mas somente através de processos.

A pesquisa de Adami:

Tudo começou em 1990, na Nova Zelândia, quando alguém escreveu o que se tornou um dos primeiros bem sucedidos vírus de computador. Esse vírus era espalhado através de disquetes, e funcionava a uma taxa muito parecida com a expansão de um vírus da gripe. Entre espalhar o vírus e tentar contê-lo, uma “forma de vida” artificial muito parecida com um vírus realmente vivo surgiu.

Seria essa então uma “vida artificial”? Segundo Adami, não, porque esses vírus não evoluíram sozinhos; hackers tiveram que os inventar.

Mas não demorou muito para que os vírus se tornassem mais complexos e realmente pudessem evoluir por si só. Um dos primeiros exemplos de vida verdadeiramente digital, de acordo com Adami, é o sistema Terra, exceto pelo fato que seus programas não cresciam em complexidade.

Eis que entra o próprio Adami. Ele quis construir um sistema que realmente imitasse a vida real em um nível artificial, evoluindo em complexidade – o Avida, feito em parceria com dois de seus estudantes no então Instituto de Tecnologia da Califórnia (EUA).

O sistema auto replicante tem mais de 10.000 programas. Mutações são comuns; os melhores programas sobrevivem em face à extinção de outros. Inovações são postas em prática de maneira consistente até um período de estagnação, seguido do surgimento de uma nova inovação, que então toma conta de todo o sistema de novo, sempre evoluindo em complexidade de uma forma geral.

Sendo assim, o Avida existe de uma maneira muito semelhante à que a vida existe na Terra.

Biomarcadores:

Agora entra a pergunta-chave feita pela NASA à Adami: esses programas do Avida, eles têm algum biomarcador? Podemos medir esse tipo de vida?

A NASA acreditava que, se pudesse medir vida artificial, poderia procurar por vida fora da Terra sem nenhum preconceito em relação à vida como a conhecemos.

Adami então sugeriu procurar por uma “bio-assinatura” baseada na vida como um processo universal. Usando sua pesquisa sobre vida artificial, ele pretendia chegar a um biomarcador livre de nossas pré-concepções do que é vida.

Adami analisou amostras de compostos orgânicos (blocos de construção da vida) onde com certeza não havia vida, e amostras de compostos onde realmente havia algo vivo. Ele descobriu que a composição de ambos, apesar de ser feita de basicamente os mesmos elementos, é bastante diferente.

Uma certa distribuição de elementos era vista em qualquer organismo vivo (bactérias, plantas, animais…), em oposição a uma outra distribuição vista onde não havia vida.

Em seguida, Adami aplicou o mesmo conceito para separar onde há vida e onde não há em seu sistema artificial, o Avida. Ele chegou a duas diferentes distribuições novamente, semelhantes às vistas no experimento com coisas realmente vivas e não vivas.

A conclusão? Existe uma certa distribuição de elementos (alguns em alta frequência, porque são úteis, outra em baixa frequência, porque são prejudiciais e só existem no nível do acaso) que é robusta e vista em qualquer situação onde há um sistema vivo.

No meio de experimentos com essas distribuições, Adami encontrou até mesmo “pontos de viabilidade” em que poderia haver vida (dentro desses pontos de viabilidade, o gráfico de distribuições mostrava o cenário de vida, e fora desses pontos, de não vida).

No fim, o que restou foi um padrão que pode ser aplicado em qualquer coisa para definir vida.

Vida = processos de informações:

Adami afirma que a vida pode ser definida em termos de processos de informações. Ou seja, entendendo processos fundamentais que não se referem a um substrato em particular, podemos procurar por vida em outros mundos.

Em resumo, podemos encontrar vida que não se parece com a nossa usando o padrão universal de não vida e procurando por grandes desvios desse padrão.

Por exemplo, analisando químicos em um planeta, os pesquisadores podem determinar tudo que é esperado pelo acaso e pela não vida, e, encontrando uma quantia realmente diferente do esperado, uma análise mais atenta de tal coisa pode resultar na descoberta de vida, mesmo que não haja nada ali que possamos detectar visualmente. Nada mal, certo?


Retirado de:Sociedade Racionalista(facebook)




Curtam: https://www.facebook.com/UniversoEsclarecedor

Voyager chega à fronteira do espaço interestelar


O programa de exploração espacial Voyager — que originalmente enviou duas espaçonaves para explorar Júpiter e Saturno — comemorou 35 anos desde o seu lançamento. E, de acordo com a NASA, quase como uma forma de celebrar o feito, a nave número 1 entrou em uma região distante do sistema solar que pode ser a última fronteira para que a missão alcance o espaço interestelar.

Segundo a publicação, a Voyager 1 chegou a uma região que, devido ao alinhamento entre o campo magnético solar e o campo magnético interestelar, é chamada de “magnetic higway” (ou via magnética, em tradução livre). Esse alinhamento permite que partículas carregadas provenientes da heliosfera — espécie de bolha formada pelo campo magnético solar — escapem para o espaço interestelar, e que as partículas presentes nesse espaço penetrem.

A NASA acredita que, uma vez a nave ultrapasse essa barreira, a direção do campo magnético provavelmente mudará, permitindo que seja possível determinar o exato momento em que a Voyager entre no espaço interestelar. A Voyager 1 é o objeto construído pelo homem que se encontra mais distante da Terra — tendo viajado quase 18 bilhões de quilômetros — e sua entrada no espaço interestelar pode demorar de alguns meses até um par de anos.



Fonte: http://www.nasa.gov/mission_pages/voyager/voyager20121203.html
Voyager chega à fronteira do espaço interestelar:



O programa de exploração espacial Voyager — que originalmente enviou duas espaçonaves para explorar Júpiter e Saturno — comemorou 35 anos desde o seu lançamento. E, de acordo com a NASA, quase como uma forma de celebrar o feito, a nave número 1 entrou em uma região distante do sistema solar que pode ser a última fronteira para que a missão alcance o espaço interestelar.

Segundo a publicação, a Voyager 1 chegou a uma região que, devido ao alinhamento entre o campo magnético solar e o campo magnético interestelar, é chamada de “magnetic higway” (ou via magnética, em tradução livre). Esse alinhamento permite que partículas carregadas provenientes da heliosfera — espécie de bolha formada pelo campo magnético solar — escapem para o espaço interestelar, e que as partículas presentes nesse espaço penetrem.

A NASA acredita que, uma vez a nave ultrapasse essa barreira, a direção do campo magnético provavelmente mudará, permitindo que seja possível determinar o exato momento em que a Voyager entre no espaço interestelar. A Voyager 1 é o objeto construído pelo homem que se encontra mais distante da Terra — tendo viajado quase 18 bilhões de quilômetros — e sua entrada no espaço interestelar pode demorar de alguns meses até um par de anos.



Fonte: http://www.nasa.gov/mission_pages/voyager/voyager20121203.html

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Por quê que a Lua não cai sobre a Terra?


Foto: Por quê a lua não cai sobre a Terra ?

Poucos se questionam isto , pois a Lua nunca representou perigo para o nosso planeta. Mas para quem é leigo , vale a informação.

Como todos sabemos a Terra exerce força gravitacional sobre a Lua e vice-versa , porém , o que mantém a Lua sempre em órbita é sua velocidade que gera uma força que vai de contrapartida a gravidade , impedindo que ela caia sobre nós. Muitos já devem ter feito aquela experiência de pôr água em um copo , e girar o copo em sentido circular , percebendo que a água não cai , é uma ótima analogia.
Em resumo , se não existisse gravidade sendo exercida sobre nosso satélite , ele escaparia para o espaço.
Mas , se imaginarmos alguma coisa "freando" a órbita da Lua , veríamos ela caindo cada vez mais sobre nosso planeta.
Esta regra também vale para os planetas que orbitam o Sol e todos os outros sistemas solares.
Ah , é claro que a órbita da Lua não é perfeita , sua velocidade vence por muito pouco a gravidade , fazendo com que o satélite afaste-se 3,8 cm da Terra a cada ano.

Créditos : Moderador - Denilson Cardoso
Poucos se questionam isto , pois a Lua nunca representou perigo para o nosso planeta. Mas para quem é leigo , vale a informação.

Como todos sabemos a Terra exerce força gravitacional sobre a Lua e vic
e-versa , porém , o que mantém a Lua sempre em órbita é sua velocidade que gera uma força que vai de contrapartida a gravidade , impedindo que ela caia sobre nós. Muitos já devem ter feito aquela experiência de pôr água em um copo , e girar o copo em sentido circular , percebendo que a água não cai , é uma ótima analogia.
Em resumo , se não existisse gravidade sendo exercida sobre nosso satélite , ele escaparia para o espaço.
Mas , se imaginarmos alguma coisa "freando" a órbita da Lua , veríamos ela caindo cada vez mais sobre nosso planeta.
Esta regra também vale para os planetas que orbitam o Sol e todos os outros sistemas solares.
Ah , é claro que a órbita da Lua não é perfeita , sua velocidade vence por muito pouco a gravidade , fazendo com que o satélite afaste-se 3,8 cm da Terra a cada ano.
Fonte: Universo racionalista

Solo de Marte é semelhante com o do Havaí,diz estudo.


Uma sonda enviada pela agência espacial americana Nasa a Marte descobriu que o solo do planeta é semelhante ao do Havaí. Um instrumento chamado CheMin, colocado na sonda Curiosity, analisou com raio-X partículas do terreno marciano. O objetivo é descobrir pistas sobre a história geológica recente do planeta.

Como os cientistas já desconfiavam, a maior parte do solo é composta por materiais basálticos de origem vulcânica, exatamente como o terreno das ilhas do Havaí, nos Estados Unidos. As amostras tiradas em Marte contêm tanto poeira que estava a milhares de quilômetros do local da sonda, mas foi trazida por tempestades, quanto areia originária da região.

"Até agora, os materiais que a Curiosity analisou são consistentes com nossas ideias iniciais que tínhamos sobre a cratera Gale, mostrando uma transição no tempo de um ambiente úmido para um seco", diz David Bish, um dos pesquisadores do projeto CheMin.

Missão bilionária

A sonda Curiosity chegou no dia 6 de agosto à cratera Gale, um vale enorme na região equatorial de Marte. A missão tem orçamento equivalente a R$ 8 bilhões. Desde a chegada, a sonda já percorreu 480 metros em sentido leste, rumo a um local conhecido como Glenelg. Imagens de satélite revelam que este ponto é uma interseção de três terrenos geológicos diferentes.
Por ora, a Curiosity parou em uma região conhecida como "Rocknest", onde fez as primeiras análises do solo. Um dos objetivos, segundo os cientistas, é "limpar o paladar" dos instrumentos de análise, já que eles ainda estavam contaminados com pequenas partículas trazidas da Terra.

A análise do material foi a primeira vez que a Nasa conseguiu usar uma técnica chamada de difração de raio-X remotamente, em outro planeta. A técnica já é usada há anos na Terra. As partículas analisadas são "bombardeadas" com raio-X. A forma como o raio é refletido pelas partículas do solo revelam dados sobre a sua composição química e estrutura.

Os componentes analisados têm até 150 micrometros - a largura de dois fios de cabelo humano. Foram detectadas quantidades grandes de minerais como feldspato, olivina e piroxena.
O próximo passo da sonda será usar o instrumento conhecido como Sample Analysis at Mars (SAM, na sigla em inglês), que procurará detectar materiais orgânicos, para tentar descobrir se é possível haver - ou ter havido - ambiente propício para vida em Marte.


 

Fonte:

Por que os planetas são ''redondos''?

Foto: » Por que os planetas são redondos?

Tudo bem, eles não são exatamente redondos, mas por enquanto vamos fazer de conta que são. A causa da “redondeza” dos planetas é a gravidade.

É assim que funciona: a gravidade atrai tudo de forma uniforme em todas as dimensões espaciais. Quanto mais matéria um planeta em formação atrai, mais forte se torna a atração gravitacional em direção ao centro do mesmo.

O resultado natural desta situação é uma esfera. Qualquer desvio da forma esférica tem que contar com alguma força não gravitacional para suportar a puxada da gravidade para baixo. Todos os pequenos desvios fazem isto, desde montanhas até o teu corpo.

Mas este ainda não é o fim da história. As leis do movimento de Newton afirmam que um corpo em movimento tende a continuar em movimento, e a matéria no equador do planeta pode estar viajando com velocidade suficiente para criar um dilatação, como a da Terra.

Então, os planetas não são perfeitamente redondos. Sua redondeza depende da sua massa, tamanho e velocidade de rotação. Os cientistas podem deduzir a massa de um planeta facilmente se ele tiver um satélite (uma lua) aplicando as leis do movimento de Newton à órbita da lua, leis que estabelecem uma relação simples entre a massa do planeta e a velocidade do satélite.

Fonte: [Life's Little Mysteries] http://www.lifeslittlemysteries.com/90-why-are-planets-round.html

Tudo bem, eles não são exatamente redondos, mas por enquanto vamos fazer de conta que são. A causa da “redondeza” dos planetas é a gravidade.

É assim que funciona: a gravidade atrai tudo de forma unifor

me em todas as dimensões espaciais. Quanto mais matéria um planeta em formação atrai, mais forte se torna a atração gravitacional em direção ao centro do mesmo.

O resultado natural desta situação é uma esfera. Qualquer desvio da forma esférica tem que contar com alguma força não gravitacional para suportar a puxada da gravidade para baixo. Todos os pequenos desvios fazem isto, desde montanhas até o teu corpo.

Mas este ainda não é o fim da história. As leis do movimento de Newton afirmam que um corpo em movimento tende a continuar em movimento, e a matéria no equador do planeta pode estar viajando com velocidade suficiente para criar um dilatação, como a da Terra.

Então, os planetas não são perfeitamente redondos. Sua redondeza depende da sua massa, tamanho e velocidade de rotação. Os cientistas podem deduzir a massa de um planeta facilmente se ele tiver um satélite (uma lua) aplicando as leis do movimento de Newton à órbita da lua, leis que estabelecem uma relação simples entre a massa do planeta e a velocidade do satélite.

Fonte: [Life's Little Mysteries]http://www.lifeslittlemysteries.com/90-why-are-planets-round.html
Fonte:facebook.com/VastoUniverso

Partículas podem ser criadas a partir do Vácuo

Foto: Partículas podem ser criadas a partir do vácuo.

A ciência dá um passo mais além, e consegue criar algo a partir do nada. Teoricamente, cientistas afirmam que é possível conjurar partículas a partir do vácuo – nas condições certas.

Claro que não é assim tão fácil. São requeridos um laser de ultra-intensidade, um acelerador de partículas, e uma mente aberta. A mente aberta é necessária para compreender o que é nada (que definitivamente é alguma coisa).

A linha de pensamento dos cientistas é a seguinte: o vácuo não é um vazio completo. O vácuo é uma combinação equilibrada de matéria e antimatéria, ou partículas e antipartículas. Essas partículas têm uma enorme densidade, a única coisa é que não podemos observá-las por que suas características observáveis se anulam.

Os pesquisadores criaram um conjunto de equações que sugerem que um laser de alta energia pode “rasgar” o vácuo, transformando-o em partículas constituintes e antipartículas, e desencadeando uma reação que gera pares adicionais de matéria-antimatéria.

Como? Quando a matéria e a antimatéria se aniquilam mutuamente, fótons gama são produzidos. Essas partículas de luz de alta energia podem produzir elétrons adicionais e pósitrons (pósitrons são os opostos a elétrons para a antimatéria).

Em um campo de laser forte, esses elétrons produzidos a partir da antimatéria podem tornar-se uma combinação de três outras partículas e um número de fótons. Essencialmente – e matematicamente falando – a partir de um vazio pode-se produzir elétrons, e os elétrons podem ser persuadidos a se tornar uma série de outras partículas.

Sendo assim, no final, há mais partículas do que havia no começo (porque você começou com um vácuo). Os pesquisadores acreditam que isso acontece na natureza, próximo a pulsares e estrelas de nêutrons: criar algo a partir do nada

Fonte: http://hypescience.com/particulas-podem-ser-criadas-a-partir-do-vacuo/


-Paulo Souza
A ciência dá um passo mais além, e consegue criar algo a partir do nada. Teoricamente, cientistas afirmam que é possível conjurar partículas a partir do vácuo – nas condições certas.
Claro que não é assim tão fácil. São requeridos um laser de ultra-intensidade, um acelerador de partículas, e uma mente aberta. A mente aberta é necessária para compre
ender o que é nada (que definitivamente é alguma coisa).

A linha de pensamento dos cientistas é a seguinte: o vácuo não é um vazio completo. O vácuo é uma combinação equilibrada de matéria e antimatéria, ou partículas e antipartículas. Essas partículas têm uma enorme densidade, a única coisa é que não podemos observá-las por que suas características observáveis se anulam.

Os pesquisadores criaram um conjunto de equações que sugerem que um laser de alta energia pode “rasgar” o vácuo, transformando-o em partículas constituintes e antipartículas, e desencadeando uma reação que gera pares adicionais de matéria-antimatéria.

Como? Quando a matéria e a antimatéria se aniquilam mutuamente, fótons gama são produzidos. Essas partículas de luz de alta energia podem produzir elétrons adicionais e pósitrons (pósitrons são os opostos a elétrons para a antimatéria).

Em um campo de laser forte, esses elétrons produzidos a partir da antimatéria podem tornar-se uma combinação de três outras partículas e um número de fótons. Essencialmente – e matematicamente falando – a partir de um vazio pode-se produzir elétrons, e os elétrons podem ser persuadidos a se tornar uma série de outras partículas.

Sendo assim, no final, há mais partículas do que havia no começo (porque você começou com um vácuo). Os pesquisadores acreditam que isso acontece na natureza, próximo a pulsares e estrelas de nêutrons: criar algo a partir do nada



Fonte:Facebook.com/VastoUniverso!!!!

A Terra não é redonda????

A terra não é redonda? é o que membros da Sociedade Terra Plana (STP) alegam.

Quando você caminha por aí, o planeta parece aplanado, e a sensação que você tem é que ele é plano. Os membros daquela sociedade tomam toda a evidência contrária, como fotos da esfericidade da Terra feitas por satélites, como falsificações criadas por uma “conspiração da Terra redonda”, orquestrada pela Nasa e outras agências do governo.

Esta crença, de que a Terra é plana, tem sido descrita como a maior das teorias conspiratórias. Segundo seus líderes, o número de crentes tem crescido na base de 200 pessoas (a maioria americanos e britânicos) por ano, desde 2009. E se a gente levar em conta a energia que eles dedicam em montar sua teoria no site, e as defesas que fazem de seus pontos de vista, eles parecem realmente, honestamente, acreditar que a Terra é plana.
Mas será que em pleno século 21 isto é sério? E se for, como é que isto pode ser psicologicamente possível?

O que exatamente eles acreditam
Ao mesmo tempo em que eles rejeitam baldes de evidência concreta de que a Terra é esférica, eles aceitam sem muito questionamento uma lista de afirmações que qualquer um chamaria de ridículas: a principal teoria deles afirma que a Terra é um disco com o círculo ártico no centro e a Antártida, um muro de gelo de 45 metros de altura, na borda. Segundo eles, funcionários da Nasa guardam o muro de gelo para evitar que as pessoas subam o mesmo e caiam fora do disco.

O ciclo de dia e noite é explicado pelo posicionamento do sol e da lua que são esferas com 51 quilômetros que se movem em círculos de 4.828 km sobre o plano da terra (as estrelas estariam em um plano 4.988 km acima). Como holofotes, estas esferas celestes iluminam diferentes partes do planeta em um ciclo de 24 horas. Além disso, haveria uma “antilua” que escureceria a lua durante eclipses lunares.

A gravidade, para eles, é uma ilusão. Os objetos não são acelerados para baixo, mas é o disco da Terra que acelera para cima a 9,8 m/s², movido por uma força misteriosa chamada energia escura. Por enquanto, eles não chegaram a uma conclusão se a teoria da relatividade permite ou não que a Terra acelere para cima indefinidamente sem que o planeta eventualmente ultrapasse a velocidade da luz (aparentemente as leis de Einstein se mantém nesta versão de realidade alternativa).

E o que tem abaixo do disco da Terra? Eles não sabem, mas a maioria acredita que seja composto de “pedras”.

E há também a conspiração de que as fotos do globo são Photoshop, os aparelhos de GPS são fraudados para fazer os pilotos pensarem que estão voando em linha reta sobre uma esfera quando na verdade estão voando em círculos sobre um disco.

O motivo pelo qual o governo esconderia a verdade sobre a forma da Terra não está bem claro, mas eles acreditam que provavelmente é alguma coisa financeira. Segundo o site, “logicamente custaria muito menos para falsificar um programa espacial do que ter um, e os conspiradores lucram a partir do financiamento que a Nasa e outras agências espaciais recebem do governo”.
E não é brincadeira
Os adeptos da teoria da Terra plana seguem um método de pensamento chamado “método Zetético”, uma alternativa ao método científico criado por um crente na Terra plana do século 19, segundo o qual as observações dos sentidos são inquestionáveis. Segundo o Michael Wilmore, vice-presidente da STC, “o método coloca bastante ênfase na reconciliação do empirismo e racionalismo, fazendo deduções lógicas baseadas em dados empíricos”.

Na astronomia zetética, a percepção de que a Terra é plana leva à dedução de que ela realmente deve ser plana, e a antilua, a conspiração da Nasa e todo o resto são apenas racionalizações de como isto funciona na prática.

E eles levam isto a sério, considerando que este é um modelo de astronomia mais plausível que o encontrado em livros-texto.
Segundo Wilmore, enquanto alguns membros veem a sociedade e a teoria como um tipo de exercício epistemológico, seja como crítica ao método científico ou um tipo de “solipsismo para iniciantes”, há também os que apenas acham que a certidão de sócio fica engraçada na sala de estar. Mas muitos membros, sem dúvida, estão convencidos desta crença. O próprio Wilmore se diz um crente.

Estranhamente, tanto Wilmore quanto o presidente da sociedade, Daniel Shenton, acreditam que a evidência do aquecimento global é forte, apesar da maioria dela vir de dados de satélite obtidos pela Nasa, considerada o carro-chefe da conspiração da Terra redonda. Além disso, eles também aceitam a evolução e as principais teorias da ciência.

A psicologia da conspiração
Todas estas crenças absurdas não surpreendem os especialistas. Karen Douglas, psicóloga na Universidade de Kent, no Reino Unido, na qual estuda a psicologia das teorias conspiratórias, diz que as crenças deste grupo são coerentes com outros adeptos de teorias conspiratórias que ela já estudou.

Segundo a psicóloga, todas as teorias da conspiração compartilham a mesma estrutura: apresentam uma teoria alternativa sobre algum evento ou aspecto importante, e constroem uma explicação geralmente vaga do por que alguém está ocultando a “verdadeira” versão dos eventos. Quanto mais vaga a explicação, maior o apelo da teoria conspiratória.
Outro apelo destas teorias é dado pela forma com que os adeptos aderem à sua história. Por exemplo, os crentes da teoria da Terra plana geralmente são mais incisivos que a Terra é plana do que a maioria das pessoas sobre a Terra ser redonda (quando é que você achou que tinha que provar que a Terra é redonda?).
Além disso, o ponto de vista de uma minoria que seja apresentado de forma inteligente e que pareça bem informada, e quando os proponentes não se desviam de suas fortes opiniões, pode exercer bastante influência.

Em um estudo recente, os cientistas políticos Eric Oliver e Tom Wood, da Universidade de Chicago (EUA), descobriram que cerca de metade dos americanos acredita em pelo menos uma teoria conspiratória, como a de que o 11 de setembro foi um trabalho interno.

Há uma propensão a acreditar em muitas ideias que contradigam diretamente uma narrativa cultural dominante. Segundo Oliver, as crenças em conspirações nascem da tendência humana de perceber forças invisíveis atuando, conhecida como “pensamento mágico”.

Mas os crentes na Terra plana não se encaixam perfeitamente nesta imagem. A maior parte dos adeptos de teorias de conspiração adotam teorias marginais, e até mesmo contraditórias. Os adeptos da Terra plana só se prendem à forma da Terra.
Segundo o mesmo Oliver, se eles fossem os crentes comuns, eles teriam uma tendência para o pensamento mágico, como a crença em OVNIs, no demônio, ou em outras forças invisíveis. Aparentemente não é este o caso deles, o que faz com que sejam bastante anormais em relação à maioria dos americanos que acredita em teorias conspiratórias. 

Inacreditável, não? mas existe até um forum, onde debatem assuntos dessa teoria. Link: http://www.theflatearthsociety.org/forum/index.php/topic,1324.msg1312141.html#msg1312141


Fonte: http://www.lifeslittlemysteries.com/3030-flat-earth-belief.html
Quando você caminha por aí, o planeta parece aplanado, e a sensação que você tem é que ele é plano. Os membros daquela sociedade tomam toda a evidência contrária, como fotos da esfericidade da Terra feitas por satélites, como falsificações criadas por uma “conspiração da Terra redonda”, orquestrada pela Nasa e outras ag
ências do governo.

Esta crença, de que a Terra é plana, tem sido descrita como a maior das teorias conspiratórias. Segundo seus líderes, o número de crentes tem crescido na base de 200 pessoas (a maioria americanos e britânicos) por ano, desde 2009. E se a gente levar em conta a energia que eles dedicam em montar sua teoria no site, e as defesas que fazem de seus pontos de vista, eles parecem realmente, honestamente, acreditar que a Terra é plana.
Mas será que em pleno século 21 isto é sério? E se for, como é que isto pode ser psicologicamente possível?

O que exatamente eles acreditam
Ao mesmo tempo em que eles rejeitam baldes de evidência concreta de que a Terra é esférica, eles aceitam sem muito questionamento uma lista de afirmações que qualquer um chamaria de ridículas: a principal teoria deles afirma que a Terra é um disco com o círculo ártico no centro e a Antártida, um muro de gelo de 45 metros de altura, na borda. Segundo eles, funcionários da Nasa guardam o muro de gelo para evitar que as pessoas subam o mesmo e caiam fora do disco.

O ciclo de dia e noite é explicado pelo posicionamento do sol e da lua que são esferas com 51 quilômetros que se movem em círculos de 4.828 km sobre o plano da terra (as estrelas estariam em um plano 4.988 km acima). Como holofotes, estas esferas celestes iluminam diferentes partes do planeta em um ciclo de 24 horas. Além disso, haveria uma “antilua” que escureceria a lua durante eclipses lunares.

A gravidade, para eles, é uma ilusão. Os objetos não são acelerados para baixo, mas é o disco da Terra que acelera para cima a 9,8 m/s², movido por uma força misteriosa chamada energia escura. Por enquanto, eles não chegaram a uma conclusão se a teoria da relatividade permite ou não que a Terra acelere para cima indefinidamente sem que o planeta eventualmente ultrapasse a velocidade da luz (aparentemente as leis de Einstein se mantém nesta versão de realidade alternativa).

E o que tem abaixo do disco da Terra? Eles não sabem, mas a maioria acredita que seja composto de “pedras”.

E há também a conspiração de que as fotos do globo são Photoshop, os aparelhos de GPS são fraudados para fazer os pilotos pensarem que estão voando em linha reta sobre uma esfera quando na verdade estão voando em círculos sobre um disco.

O motivo pelo qual o governo esconderia a verdade sobre a forma da Terra não está bem claro, mas eles acreditam que provavelmente é alguma coisa financeira. Segundo o site, “logicamente custaria muito menos para falsificar um programa espacial do que ter um, e os conspiradores lucram a partir do financiamento que a Nasa e outras agências espaciais recebem do governo”.
E não é brincadeira
Os adeptos da teoria da Terra plana seguem um método de pensamento chamado “método Zetético”, uma alternativa ao método científico criado por um crente na Terra plana do século 19, segundo o qual as observações dos sentidos são inquestionáveis. Segundo o Michael Wilmore, vice-presidente da STC, “o método coloca bastante ênfase na reconciliação do empirismo e racionalismo, fazendo deduções lógicas baseadas em dados empíricos”.

Na astronomia zetética, a percepção de que a Terra é plana leva à dedução de que ela realmente deve ser plana, e a antilua, a conspiração da Nasa e todo o resto são apenas racionalizações de como isto funciona na prática.

E eles levam isto a sério, considerando que este é um modelo de astronomia mais plausível que o encontrado em livros-texto.
Segundo Wilmore, enquanto alguns membros veem a sociedade e a teoria como um tipo de exercício epistemológico, seja como crítica ao método científico ou um tipo de “solipsismo para iniciantes”, há também os que apenas acham que a certidão de sócio fica engraçada na sala de estar. Mas muitos membros, sem dúvida, estão convencidos desta crença. O próprio Wilmore se diz um crente.

Estranhamente, tanto Wilmore quanto o presidente da sociedade, Daniel Shenton, acreditam que a evidência do aquecimento global é forte, apesar da maioria dela vir de dados de satélite obtidos pela Nasa, considerada o carro-chefe da conspiração da Terra redonda. Além disso, eles também aceitam a evolução e as principais teorias da ciência.

A psicologia da conspiração
Todas estas crenças absurdas não surpreendem os especialistas. Karen Douglas, psicóloga na Universidade de Kent, no Reino Unido, na qual estuda a psicologia das teorias conspiratórias, diz que as crenças deste grupo são coerentes com outros adeptos de teorias conspiratórias que ela já estudou.

Segundo a psicóloga, todas as teorias da conspiração compartilham a mesma estrutura: apresentam uma teoria alternativa sobre algum evento ou aspecto importante, e constroem uma explicação geralmente vaga do por que alguém está ocultando a “verdadeira” versão dos eventos. Quanto mais vaga a explicação, maior o apelo da teoria conspiratória.
Outro apelo destas teorias é dado pela forma com que os adeptos aderem à sua história. Por exemplo, os crentes da teoria da Terra plana geralmente são mais incisivos que a Terra é plana do que a maioria das pessoas sobre a Terra ser redonda (quando é que você achou que tinha que provar que a Terra é redonda?).
Além disso, o ponto de vista de uma minoria que seja apresentado de forma inteligente e que pareça bem informada, e quando os proponentes não se desviam de suas fortes opiniões, pode exercer bastante influência.

Em um estudo recente, os cientistas políticos Eric Oliver e Tom Wood, da Universidade de Chicago (EUA), descobriram que cerca de metade dos americanos acredita em pelo menos uma teoria conspiratória, como a de que o 11 de setembro foi um trabalho interno.

Há uma propensão a acreditar em muitas ideias que contradigam diretamente uma narrativa cultural dominante. Segundo Oliver, as crenças em conspirações nascem da tendência humana de perceber forças invisíveis atuando, conhecida como “pensamento mágico”.

Mas os crentes na Terra plana não se encaixam perfeitamente nesta imagem. A maior parte dos adeptos de teorias de conspiração adotam teorias marginais, e até mesmo contraditórias. Os adeptos da Terra plana só se prendem à forma da Terra.
Segundo o mesmo Oliver, se eles fossem os crentes comuns, eles teriam uma tendência para o pensamento mágico, como a crença em OVNIs, no demônio, ou em outras forças invisíveis. Aparentemente não é este o caso deles, o que faz com que sejam bastante anormais em relação à maioria dos americanos que acredita em teorias conspiratória





Fonte:facebook.com/VastoUniverso